Já está decidido: a RTP vai manter a sua administração. Terminada uma espera de dois meses, o Conselho Geral Independente decidiu optar pela continuidade e manter Nicolau Santos e Hugo Figueiredo como administradores.
Nicolau Santos e Hugo Figueiredo foram inicialmente escolhidos em 2021 e reconduzidos em 2023, sendo este o terceiro mandato (2027-2029) a que se candidatam.
Num comunicado enviado às redações na tarde desta sexta-feira, o Conselho Geral Independente da RTP confirmou assim que os dois nomes manterão os respetivos cargos de presidente e vogal não financeiro da RTP, seguindo-se a sua indigitação. Ambos manifestaram interesse nos cargos e apresentaram uma recandidatura conjunta, de acordo com o convite lançado pela estação pública no dia 10 de julho.
Faltará assim apenas preencher o lugar do vogal financeiro, cujo processo será lançado agora e cuja indigitação dependerá do parecer prévio e vinculativo do Ministério das Finanças.
Como o Eco escreve, havia três outras duplas que se apresentaram a concurso: Francisco Teixeira, da área da comunicação, e Gustavo Santos Lima, diretor de uma área de marketing na Google Europa, Médio Oriente e África; Luís Castro, apresentador do programa Sociedade Civil e ex-jornalista da RTP, onde chegou a ser subdiretor de informação, e Luísa Ribeiro, administradora financeira da RTP entre 2021 e 2024; e Pedro Mota Carmo, antigo presidente executivo da Nos Lusomundo Cinemas, da Nos Lusomundo Audiovisuais e da Dreamia, acompanhado por Paulo Campos Costa, desde 2022 presidente da Fundação Luso-Brasileira (após cerca de 20 anos em cargos executivos na EDP).