A Netflix vai eliminar mil postos de trabalho, uma ação que representa um corte de 6% no total de funcionários. A notícia está a ser avançada por meios como o Wall Street Journal e a Reuters, que citam um memorando enviado esta quarta-feira aos trabalhadores.
De acordo com estas notícias, o corte terá efeitos nas equipas globais da Netflix, naquele que é o maior corte desde 2022, quando a empresa despediu 450 pessoas. A decisão agora conhecida afetará principalmente as equipas ligadas a produto, tecnologia, área legal e recursos humanos.
Na comunicação interna, os co-CEOs Greg Peters e Ted Sarandos afirmaram que a missão da empresa “— entreter o mundo — é ambiciosa e atingi-la obriga a ter disciplina sobre como priorizamos as nossas pessoas e os recursos“. “O nosso negócio está forte e a crescer e continuamos na rota para atingir as nossas previsões para o total do ano”, asseguram.
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No fim do ano passado, a Netflix tinha 16 mil funcionários. Estes despedimentos são conhecidos a poucos dias da apresentação de resultados trimestrais da empresa, marcada para 20 de outubro.
A Netflix domina o mercado de streaming, mas tem tentado aumentar tanto o número de subscritores como o tempo que passam na plataforma. Já apostou em conteúdos em direto, com destaque para a área do desporto. Esta terça-feira, anunciou que comprou os direitos dos jogos do Mundial 2030 em Espanha e Andorra.
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