(c) 2023 am|dev

(A) :: Sanções adotadas respondem ao agravar da situação por Moscovo, diz António Costa

Sanções adotadas respondem ao agravar da situação por Moscovo, diz António Costa

"Isto não ficará sem resposta", garantiu António Costa numa mensagem divulgada pelas redes sociais, após relatar que a Rússia continua a agravar a situação, intensificando os seus imprudentes ataques.

Agência Lusa
text

Acompanhe o nosso liveblog sobre conflitos internacionais

O presidente do Conselho Europeu, António Costa, disse esta segunda-feira que as 1.600 sanções esta segunda-feira adotadas pela União Europeia (UE) contra pessoas e entidades do complexo militar e industrial russo respondem ao agravamento da situação por Moscovo.

“Isto não ficará sem resposta”, referiu Costa numa mensagem divulgada pelas redes sociais, após constatar que “a Rússia continua a agravar a situação, intensificando os seus ataques imprudentes contra civis e infraestruturas civis na Ucrânia, bem como os seus ataques híbridos dirigidos contra os Estados-membros da UE”.

https://x.com/eucopresident/status/2109593339477549181?s=20

Esta segunda-feira, sublinhou, “os Estados-membros da UE adotaram cerca de 1.600 novas sanções dirigidas ao complexo militar-industrial da Rússia — a maior expansão pontual da nossa lista de sanções desde que a Rússia lançou a sua invasão em grande escala da Ucrânia”.

A UE aprovou esta segunda-feira novas sanções contra cerca de 1.600 indivíduos e entidades do complexo militar e industrial da Rússia, com foco principal na cadeia de produção de mísseis balísticos, anunciou a chefe da diplomacia do bloco.

“Os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE acabaram de aprovar sanções contra cerca de 1.600 novas entidades e pessoas ligadas ao complexo militar e industrial russo. Trata-se da maior expansão da nossa lista de sanções desde o início da guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia”, anunciou Kaja Kallas numa publicação nas redes sociais, divulgada enquanto decorre uma reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE), no Luxemburgo.

A Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022, para “desmilitarizar e desnazificar” o país vizinho, como justificou então o Presidente russo, Vladimir Putin.

A decisão de Putin desencadeou aquele que é considerado como o conflito mais grave na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).