Os 62 professores afastados preventivamente por terem o registo criminal inválido tinham antecedentes criminais por crimes incompatíveis com o trabalho com crianças, incluindo abuso sexual, pornografia de menores e violência doméstica, revelou esta quinta-feira o Ministério da Educação.
“Em alguns casos, pode existir já uma pena acessória, medida de segurança ou interdição judicial que impede o exercício dessas funções”, acrescenta a tutela, numa resposta enviada à agência Lusa.
Na quarta-feira, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação deu conta do afastamento provisório de 62 docentes cujo registo criminal é incompatível com o exercício de funções com menores.