(c) 2023 am|dev

(A) :: Cabaz alimentar desce 1,86 euros na última semana para 255,97 euros

Cabaz alimentar desce 1,86 euros na última semana para 255,97 euros

Depois de ter subido 0,72 euros na semana anterior (para 255,97 euros), naquela que foi a terceira subida semanal consecutiva, o cabaz alimentar desceu quase dois euros entre 16 e 23 de setembro.

Agência Lusa
text

O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste desceu 1,86 euros na última semana, após três aumentos consecutivos, fixando-se nos 254,11 euros, informou esta quarta-feira a associação de defesa do consumidor.

Depois de ter subido 0,72 euros na semana anterior (para 255,97 euros), naquela que foi a terceira subida semanal consecutiva, o cabaz alimentar desceu quase dois euros entre 16 e 23 de setembro.

Segundo a Deco Proteste, no início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 12,28 euros (menos 5,08%).

Já há um ano compravam-se exatamente os mesmos produtos por menos 11,66 euros (menos 4,81%) e, no início de 2022, era possível gastar menos 66,41 euros (uma diferença de 35,38%).

A cesta alimentar considerada pela associação inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe, nomeadamente produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.

Entre 16 e 23 de setembro, a batata vermelha registou um aumento de 11% para 1,40 euros por quilograma (euros/kg), os cereais de fibra subiram 8% para 4,17 euros e o arroz agulha registou um acréscimo de 8% para 1,60 euros, destacando-se como os três produtos cujo preço mais aumentou (percentualmente) face à semana anterior.

Comparando com o mesmo período do ano passado, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como o bacalhau graúdo (29% custando atualmente 20,70 euros/kg), o tomate chucha (29% custando atualmente 2,75 euros/kg), e o arroz carolino (24% o que se reflete num custo de 1,79 euros/kg).

Desde que a Deco Proteste iniciou esta análise, em 05 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (116% para 12,58 euros/kg), o bacalhau graúdo (95% para 20,70 euros/kg) e a couve-coração (92% para 1,91 euros).