O Presidente dos Estados Unidos discursou no evento de homenagem às vítimas do 11 de setembro — realizado esta sexta-feira no Pentágono —, onde proferiu um discurso que recordou as histórias daqueles que sofreram na sequência dos atentados ao edifício governativo e às Torres Gémeas. “O 9/11 foi o dia em que o nosso país viu o mal de frente”, afirmou Donald Trump, no 25.º aniversário do fatídico dia.
“Na sequência dos eventos dessa manhã, 2.977 almas foram ceifadas deste mundo”, recordou o republicano, citado pelo The New York Times. “Muitas mais morreram nas semanas e anos depois, à custa de ferimentos horríveis e grotescos”.
“Um quarto de século mais tarde, nunca esqueceremos”, continuou Trump, após admitir ter-se sentido nova-iorquino quando viu as imagens de terror filmadas na Big Apple. “Naquele dia, fomos todos cidadãos de Nova Iorque“, afirmou, “mas também fomos todos americanos, uma só família. Patriotas”.
“Por isso, lutamos hoje. Não temos alternativa, tem de haver vitória“, acrescentou o líder americano. “Honraremos as suas vidas [das vítimas], as suas vidas lindíssimas, e protegeremos o país como nunca antes”.
O líder norte-americano aproveitou ainda o discurso em homenagem às vítimas do 11 de setembro para mencionar a guerra em curso com o Irão. “Ainda estamos a enviar terroristas para onde pertencem – para o inferno. E petroleiros para o fundo do oceano, onde pertencem, e estamos a garantir que o Irão nunca terá uma arma nuclear. A pressão económica aumenta todos os dias. Controlamos o estreito. Vamos terminar esta luta”, disse Trump, segundo o The Guardian.