O Amália, o modelo público de inteligência artificial, vai ter uma nova fase, que implicará mais treino e mais capacidade, para que consiga ler, ouvir e ver texto, voz e imagem, anunciou o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, após a reunião de Conselho de Ministros.
Para esse treino o Governo pretende negociar com os órgãos de comunicação social a possibilidade de acesso aos seus arquivos, salientando Leitão Amaro que o Executivo quer “dar o exemplo” na relação entre o modelo nacional de IA e as empresas de comunicação social. Por outro lado, o treino será ainda feito com ajuda dos arquivos de instituições como a Biblioteca Nacional, a Cinemateca e os museus.
O investimento previsto é de 1,8 milhões de euros, financiado pelo PRR, acrescenta o comunicado do Conselho de Ministros. Este é um valor acima dos 1,5 milhões de euros que tinham sido anunciados para a nova fase.
A Resolução, aprovada esta sexta-feira pelo Conselho de Ministros, dará continuidade ao desenvolvimento do Amália (Assistente Multimodal Automático de Linguagem com Inteligência Artificial), para expandir as suas funcionalidades de forma a facilitar a sua utilização em serviços públicos.
https://observador.pt/especiais/alucinacoes-do-modelo-amalia-dao-que-falar-mas-o-llm-portugues-nao-foi-feito-para-ser-um-chatbot-mostram-vontade-de-experimentar/