Pelo menos 14 recém-nascidos morreram esta quarta-feira num hospital público de Islamabade, capital do Paquistão, na sequência de um incêndio que teve origem no sistema de ar condicionado do edifício.
Segundo a Agência Reuters, que cita os meios de comunicação locais, o incêndio começou quando eram 7h da manhã em Islamabade (3h em Lisboa) e afetou o terceiro piso do edifício.
O incêndio propagou-se na zona do hospital onde funcionavam os cuidados neonatais e onde se encontravam 16 recém-nascidos. Apenas um foi resgatado a tempo e 14 acabaram por morrer.
De acordo com a BBC, o incêndio espalhou-se rapidamente pelo edifício do hospital devido às canalizações de oxigénio. Vários dos bebés que morreram encontravam-se em incubadoras ou ventilados com oxigénio.
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O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, já ordenou a abertura de uma investigação ao caso. “Os responsáveis têm de ser identificados”, disse Sharif, que pediu mão firme na investigação.
Uma vez que as crianças ficaram gravemente queimadas, terão de ser feitos testes de ADN para identificar os corpos, disse a polícia paquistanesa, num comunicado emitido em resposta às exigências dos pais dos bebés para que os corpos fossem imediatamente entregues às famílias.
Nota: atualizado às 13h25, com a correção do número de crianças mortas. A versão inicial deste texto mencionava 15 vítimas. Entretanto, citando os meios de comunicação locais, a Agência Reuters corrigiu este número para 14.