Jolene e I Will Always Love You foram escritas no mesmo dia por Dolly Parton. Dois exemplos entre um catálogo com centenas de canções que transformaram a cantora, cuja morte foi anunciada esta terça-feira pela família, na “Rainha da Country”.
Dolly Parton estreou-se em disco em 1967 com o disco Hello, I’m Dolly, primeiro de 50 álbuns de estúdio. Com um catálogo com centenas de canções, Dolly Parton obteve o recorde de 25 singles número 1 na tabela country’dos Estados Unidos, e 47 álbuns no top 10 do mesmo género musical. Também alcançou sucesso nas tabelas de música pop com 9 to 5, que alcançou o primeiro lugar nos EUA em 1980.
Conciliou a carreira musical com a representação, tendo sido por duas vezes nomeada para os Globos de Ouro. Ao longo da carreira recebeu 11 prémios Grammy e três prémios Emmy, um Óscar honorário humanitário e um Tony. Além disso, o seu programa de literacia Imagination Library doou mais de 150 milhões de livros a crianças.
Foi o sobrinho Brian Seaver, em nome da família, que anunciou a sua morte através de um vídeo nas redes sociais. “Dolly abriu portas a gerações de cantores, compositores, músicos e sonhadores de todos os caminhos da vida e por todos os continentes. Seguindo o seu exemplo, acreditámos que tudo era possível”, afirmou na mensagem.
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