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Presidente da Ucrânia revelou carta enviada por Trump sobre empenho dos EUA na paz

Zelensky publicou nas suas redes sociais a carta enviada por Trump e destacou o tom "invulgarmente caloroso" da mensagem. EUA estão disponíveis para dar um novo impulso aos esforços de paz. 

Agência Lusa
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O Presidente dos Estados Unidos ofereceu-se para dar um novo impulso aos esforços de paz para que o potencial da Ucrânia possa ser concretizado, numa mensagem dirigida na segunda-feira ao homólogo ucraniano.

O teor da mensagem foi revelado esta terça-feira pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, tornando pública a carta de felicitações que recebeu na segunda-feira do chefe de Estado norte-americano, Donald Trump, por ocasião do 35.º aniversário da independência da Ucrânia.

https://twitter.com/ZelenskyyUa/status/2092140238625816741

Na mensagem, Trump ofereceu-se para dar “um novo impulso aos esforços de paz para que a Ucrânia possa concretizar o enorme potencial”.

“Vamos aproveitar este momento para pôr fim ao conflito e construir uma paz duradoura que liberte o enorme potencial da Ucrânia para as próximas gerações”, referiu Trump, que transmitiu a Zelensky “admiração” pelo “espírito resiliente” e pelos “sacrifícios” da Ucrânia.

O Presidente dos Estados Unidos expressou ainda “confiança” no futuro da Ucrânia “como uma nação soberana e próspera” e referiu-se à “amizade” entre os dois países.

Zelensky, que publicou a carta de Trump nas redes sociais, destacou o tom “invulgarmente caloroso” da mensagem de Donald Trump em relação à Ucrânia.

Paralelamente, Zelensky referiu-se ainda aos mísseis norte-americanos de que a Ucrânia necessita para se proteger dos mísseis balísticos russos.

A escassez da tecnologia norte-americana torna a Ucrânia “extremamente” vulnerável face às capacidades da Rússia tendo Zelensky ambicionado receber, o mais rapidamente possível, mais mísseis PAC-3 dos Estados Unidos, financiados pelos parceiros europeus.

Kiev solicitou também aos Estados Unidos permissão para fabricar os mísseis: Trump deu “luz verde” a essa possibilidade no mês passado, durante um encontro com Zelensky, mas recuou em algumas das mais recentes declarações públicas.