É o primeiro membro da realeza britânica a nascer em Portugal e, como tal, recebe um nome que faz uma homenagem ao país que Eugenie e Jack Brooksbank também chamam de casa. Duas semanas depois do nascimento da terceira filha da princesa, filha de André Mountbatten-Windsor e neta de Isabel II, são reveladas três novas imagens da bebé e o seu nome, até então mantido em segredo. Chama-se Adelaide Elizabeth Annina Brooksbank.
“Há duas semanas, demos as boas-vindas à nossa menina. E desde então, temos vivido momentos muito especiais, aconchegantes e repletos de amor”, começou por partilhar Eugenie através das redes sociais na tarde desta segunda-feira, 17 de agosto. A princesa publicou três fotografias da filha, numa delas em que se vê a bebé ao colo dos irmãos, August, de cinco anos, e Ernest, de três: “Já são os melhores irmãos mais velhos”.
Juntamente com as imagens, Eugenie dividiu mais sobre o significado do nome escolhido. “O seu nome é uma homenagem a três pessoas que amamos e admiramos, do passado e do presente, incluindo a sua bisavó, a quem guardamos com muito carinho. O seu nome faz parte da história inglesa e portuguesa, dois lugares que amamos e chamamos lar“.
A homenagem mais clara é através do segundo nome, Elizabeth, o nome em inglês da Rainha Isabel II. Entretanto, Eugenie não especifica o motivo da escolha dos outros dois nomes.
O primeiro nome, Adelaide, será aquele que presta uma homenagem a Portugal, apesar de a princesa não nomear exatamente quem será a figura homenageada. A imprensa britânica avança que o nome poderá ser uma referência a uma antepassada, a Rainha Adelaide, casada com William IV. Eugenie usou pregadeiras e acessórios de cabelo de diamantes em formato de ramos de trigo, que haviam sido encomendados pelo Rei à mulher em 1830.
Já o nome Annina será o mais misterioso dos três. Não é público quem será a terceira pessoa homenageada, podendo representar uma referência a uma conexão pessoal de Eugenie e Jack Brooksbank.
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Adelaide Elizabeth Annina é apenas o terceiro bebé da família real nos últimos 100 anos a nascer fora do Reino Unido. O caso mais conhecido é o de Lilibet, a segunda filha de Harry e Meghan, que nasceu na Califórnia, já depois de o casal ter decidido ir viver para os EUA. Mas sem ser nascida em território britânico, a filha de Eugenie mantém a sua posição como 15ª na linha de sucessão ao trono. Isto porque para ser monarca é obrigatório apenas ser protestante e descendente da princesa Sophia de Hanover — uma regra que faz com que outros nomes de membros não seniores continuem elegíveis para o cargo, como Harry e os dois filhos, e até mesmo André Mountbatten-Windsor (que continua como o oitavo na linha sucessória, atrás de Lilibet).
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