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(A) :: Suspeito de tráfico apanhado na A6 com 1.532 quilos de cocaína, avaliados em 70 milhões de euros

Suspeito de tráfico apanhado na A6 com 1.532 quilos de cocaína, avaliados em 70 milhões de euros

Um homem, de 31 anos, foi detido em flagrante delito pela Polícia Judiciária, na quarta-feira. Suspeito tinha na sua posse itens relacionados com a atividade de tráfico, entretanto apreendidos.

Agência Lusa
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Um homem de 31 anos ficou esta sexta-feira em prisão preventiva, após ter sido detido pela Polícia Judiciária quando conduzia um carro na autoestrada 6 com mais de 1.500 quilos de cocaína, na zona de Estremoz, revelou o Ministério Público.

Em comunicado publicado na página de Internet da Procuradoria-Geral Regional de Évora, o Ministério Público (MP) revelou que o homem está indiciado pela prática de crimes de tráfico internacional de estupefacientes agravado, associação criminosa e detenção de arma proibida.

O arguido foi detido em flagrante delito pela Polícia Judiciária, na quarta-feira, ao ser intercetado na autoestrada 6 (A6) a conduzir uma viatura automóvel que transportava aproximadamente 1.532,40 quilos de cocaína com “alto grau de pureza”, “avaliada em mais de 70 milhões de euros”, lê-se na nota.

O homem, de nacionalidade estrangeira, possuía também “duas armas de fogo, semiautomáticas, com calibre de guerra“, que foram apreendidas, tal como a droga, a viatura automóvel e “outros objetos, incluindo quantia monetária, tudo relacionado com a atividade de tráfico de droga“.

Segundo o MP, o arguido está ligado a um inquérito judicial no âmbito do qual se investiga “a atividade de um grupo criminoso que se dedica ao transporte de grandes quantidades de cocaína por via marítima para introdução na Europa com entrada através de Portugal”.

A sua interceção, na quarta-feira, contou ainda com o apoio da GNR.

Presente esta sexta ao primeiro interrogatório judicial, o Tribunal de Évora determinou a prisão preventiva do arguido, a medida de coação mais gravosa e previamente proposta pelo MP.

Ainda de acordo com o MP, foram considerados verificados “os perigos de fuga, perturbação do inquérito e de continuação da atividade criminosa”.

As investigações prosseguem sob a direção do MP, com a coadjuvação da Polícia Judiciária.