A terra tremeu ainda não eram oito da manhã de segunda-feira, no oeste da Colômbia. O epicentro do sismo de magnitude 7,4 foi em San José del Palmar, uma comunidade de cerca de 4.800 pessoas na região de Chocó, a cerca de 400 quilómetros a oeste de Bogotá. Foi sentido em 20 municípios em todo o país — e foi um pouco por todo o lado que foi deixando um rasto de morte e de destruição, com o número de vítimas mortais a ultrapassar já as 110 pessoas.
Nas zonas atingidas, moradores e equipas de busca estão no terreno a vasculhar os escombros de edifícios que ruíram. Há várias dezenas de feridos e muita gente que pode estar soterrada. No balanço feito pelo Presidente da Colômbia, Abelardo de La Espriella, há ainda 37 habitações destruídas, 61 edifícios que se desmoronaram, 18 centros de saúde danificados, 18 estradas condicionadas e um aeroporto afetado.
O sismo, que as autoridades garantem ser o mais forte da última década, foi também sentido nos vizinhos Equador e Panamá, embora os danos nesses países tenham sido mínimos. A região colombiana do Pacífico, em redor do epicentro do sismo, situa-se ao longo do “Anel de Fogo”, a linha de falhas sísmicas que circunda o Oceano Pacífico, onde ocorre a maioria dos sismos do mundo.
[A investigação ao espião português suspeito de vender segredos à Rússia é inesperadamente confrontada com uma vida dupla. Tem relações com várias mulheres do leste, é frequentador de bares de alterne e striptease e é ainda presença habitual em reuniões da maçonaria. Ao mesmo tempo, os serviços secretos norte-americanos querem montar uma armadilha à “toupeira” no interior do SIS. Já pode ouvir o segundo episódio do novo Podcast Plus “A Vida Dupla do Espião Traidor” no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]