Já passaram 20 dias desde que Andrew e Tristan Tate foram detidos em Miami, com o objetivo de serem extraditados para o Reino Unido, onde são acusados de crimes de violação, agressão e ainda tráfico sexual. Num processo apresentado no tribunal federal de Miami, o advogado lançou um apelo para a libertação dos irmãos, alegando que a sua fama impossibilitaria a sua capacidade de fugir do país.
“Seria extremamente difícil para o Andrew ou o Tristan viajarem sem serem detetados ou sem atrair atenções”, defendeu a equipa legal dos ex-pugilistas influencers. A defesa dos irmãos Tate pediu à juíza Lauren Louis que Andrew e Tristan sejam libertados com fiança, sob a condição de entregarem os passaportes e manterem as autoridades informadas sobre o seu paradeiro.
Os procuradores norte-americanos continuam a defender que a dupla permaneça encarcerada, por apresentar um “risco” para a comunidade, para além de considerarem que existe uma elevada probabilidade de fugirem do país. Segundo o The Guardian, o Reino Unido tem até ao dia 16 de setembro para submeter os documentos para processar a extradição total de Andrew e Tristan Tate para Londres, onde deverão finalmente enfrentar as acusações a que foram sujeitos nos últimos anos — e que continuam a aumentar.
[A investigação ao espião português suspeito de vender segredos à Rússia é inesperadamente confrontada com uma vida dupla. Tem relações com várias mulheres do leste, é frequentador de bares de alterne e striptease e é ainda presença habitual em reuniões da maçonaria. Ao mesmo tempo, os serviços secretos norte-americanos querem montar uma armadilha à “toupeira” no interior do SIS. Já pode ouvir o segundo episódio do novo Podcast Plus “A Vida Dupla do Espião Traidor” no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]