“Temos de dizer isto de forma muito clara: este jogo é nosso, não é deles!”
A frase é de Jürgen Klopp e pode ser usada como mote para explicar o que foi – e ainda é – este Campeonato do Mundo. O contexto, por si só, é autoexplicativo. Estávamos a 5 de julho quando o experiente treinador (e futuro selecionador) alemão se pronunciou publicamente sobre o “caso Balogun”, que ganhou essa denominação depois de Donald Trump ter telefonado a Gianni Infantino para suspender o castigo aplicado ao avançado do Mónaco por ter sido expulso frente à Bósnia. “Se foi mesmo assim, que o Trump e o Infantino combinaram isto um com o outro, então isso é de loucos”, acrescentou Klopp na estação alemã MagentaTV, na qual foi comentador durante o Mundial.
“Todos nós sofremos com decisões erradas. Apesar disso, todos aprendemos ao longo da vida a viver com elas. E isto aqui é simplesmente uma decisão de campo. No passado, foram mostrados cartões vermelhos tão ridículos em que toda a gente disse depois que não era para vermelho. E, no entanto, a decisão manteve-se porque são decisões de campo. Não há duas opiniões. Isto é cartão vermelho, por muita pena que tenhamos porque o [Folarin] Balogun não teve essa intenção. Mas é o que dizem as regras”, acrescentou o ex-treinador do Liverpool, que aproveitou da melhor forma a estadia na América do Norte, tendo sido apanhado pelas câmaras de televisão a comer batatas fritas durante o Suíça-Colômbia.
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Falar do Mundial-2026 é falar da 23.ª edição da principal competição do planeta no que toca ao futebol. Com início no passado dia 11 de junho e o fim agendado para este domindo, o torneio que decorreu na América do Norte foi o mais longo da história (39 dias), tendo contado com um recorde de 48 seleções, 16 cidades e um total de 104 jogos, e o primeiro a passar por três países. Desde 2002 que não havia um Mundial jogado simultaneamente em mais do que um país e, nesse capítulo, o México passou a ser o país que mais edições recebeu (três). No que toca aos EUA, a super potência global recebeu o Mundial pela segunda vez, depois de todo o êxito de 1994, e dentro de dois anos vai voltar a estar no centro do mundo, quando organizar os Jogos Olímpicos em Los Angeles.
Recorde de público, adepto 50 milhões e o fenómeno dos festivais: os números que explicam o Mundial-2026
Como seria de esperar pelo aumento significativo das equipas e dos jogos, este Campeonato do Mundo não precisou de muito para se tornar no mais assistido de sempre nos estádios, alcançando, até às meias-finais (sem os últimos dois jogos), a marca dos 6.665.825 espectadores nos estádios norte-americanos. Foi a 25 de junho, ainda na fase de grupos, que se superou os 3.587.538 adeptos que assistiram ao Mundial-1994, igualmente nos EUA. Olhando apenas à fase de grupos, passaram pelos estádios 4.644.549 pessoas, tendo sido alcançada uma notável taxa de ocupação de 99,7% e uma média de 64.508 adeptos por jogo.
Antes do jogo de atribuição do terceiro e quarto lugares e da grande final, a média de ocupação estava nos 65.351 espectadores, ficando apenas atrás da edição de 1994, que se aproximou dos 69 mil (68.991). Caso os dois jogos estejam lotados, como tem acontecido na maioria dos estádios, a média final será de 65.490 adeptos por jogo. Para chegarmos a este número considerámos que estiveram 64.478 espectadores no Hard Rock Stadium e vão estar agora 80.663 no MetLife Stadium, a lotação oficial dos dois estádios neste Mundial. Nesse caso, a final passará a décima mais vista de sempre, atrás de Qatar-2022, África do Sul-2010 e do Rose Bowl em 1994. Destaque ainda para os adeptos de 210 países que assistiram ao torneio in loco e para o adepto 50 milhões da história do Mundial, que foi alcançado no fatídico Portugal-Espanha disputado no AT&T Stadium, em Arlington.
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Do total de 104 jogos, o jogo mais procurado pelos fãs foi o Portugal-Colômbia da fase de grupos, disputado em Miami, seguido da final deste domingo, que vai acontecer em Nova Iorque/Nova Jérsia. A completar o pódio está o México-Coreia do Sul, que decorreu em Guadalajara. Em termos de países, EUA, Canadá e México lideram, naturalmente, o lote dos mais concorridos, seguidos de Inglaterra, Alemanha, Colômbia, Brasil, Argentina, Austrália e França. Fora dos estádios, o festivais da FIFA, os chamados FIFA Fan Festival, foram bastante concorridos ao longo do último mês, tendo recebido mais de 5,5 milhões de pessoas só na fase de grupos. A 8 de julho o número era superior a 7,7 milhões. O recorde diário foi alcançado a 24 de junho, quando 527.402 visitantes passaram por estes lugares. No Kansas estiveram adeptos de 157 países, ao passo que, em Miami, o duelo entre Escócia e Brasil resultou num consumo de mais de 32 mil cervejas.
Os recordes não se ficaram pelos estádios da América do Norte e chegaram às plataformas digitais, onde até as músicas se destacaram. A canção oficial do torneio, Dai Dai, de Shakira e Burna Boy, chegou ao segundo lugar no ranking global do Spotify e ao quinto na lista global do Shazam. Foi também a primeira vez que uma trilha sonora da FIFA entrou no famoso ranking Billboard 200, tendo chegado ao 152.º lugar. No YouTube, Dai Dai superou as 430 milhões de visualizações, ao passo que Champions, de IShowSpeed, conta com perto de 100 milhões. Neste período o canal oficial da FIFA na plataforma passou os 30 milhões de subscritores. Já o site da FIFA chegou aos 130 milhões de visitantes únicos (mais 26% em relação a 2022), a aplicação superou os 30 milhões de utilizadores (mais 130%), as redes sociais contaram com 39 milhões novos seguidores e mais de 17 mil milhões de impressões, mil milhões de interações e 11 mil milhões de visualizações nos vídeos. No TikTok, a FIFA registou um aumento de 16 milhões de seguidores e de mais de 300% nas pesquisas relacionadas com o Mundial nos EUA.

Pela televisão, o Mundial-2026 tornou-se no mais visto de sempre, sendo que só os jogos de abertura das seleções da casa atraíram mais de 50 milhões de telespectadores nos EUA, no Canadá e no México. Nos EUA, o México-África do Sul foi mesmo o jogo de abertura mais assistido de sempre transmitido em inglês, com um alcance de 7,2 milhões de pessoas. Por outro lado, o Brasil-Marrocos bateu o recorde relativo a um jogo da fase de grupos que não envolvia a seleção norte-americana, com mais de dez milhões de telespectadores. Em termos de “comes e bebes” também houve recordes, com a fase de grupos a terminar com um consumo de 2,8 milhões de cervejas, 300 mil cachorros-quente – que, se colocados em linha reta, formariam uma fila de 45 quilómetros – e quase um milhão de garrafas de água vendidas.
Pausas para hidratação, revenda de bilhetes, 2026 anéis e um halftime show durante a final: a “americanização” do futebol atual
Há um ano, durante o Campeonato do Mundo de Clubes, a discussão era outra e passava, essencialmente, pelo clima norte-americano que obrigou à paragem de diversos jogos, entre eles os duelos do Benfica frente a Auckland City e Chelsea. Agora, em 2026, o debate alcançou as mais diversas áreas e trouxe à tona uma espécie de “americanização” para o Mundial de seleções, com a FIFA a ceder na tentativa de agradar (com sucesso) aos norte-americanos. Tudo começou com a venda de bilhetes, com a FIFA a optar por uma estratégica dinânica, com os preços a serem definidos consoante a procura. Nesse sentido, os bilhetes para a final foram vendidos por valores exorbitantes, o que se traduziu numa grande onda de críticas e diversas investigações de procuradores-gerais dos estados norte-americanos, por conta da eventual especulação. Apesar dos números apresentados anteriormente, nem todos os jogos esgotaram, em parte por conta dos preços dos bilhetes.
Apesar de o jogo de abertura ter contado com o estádio lotado, o segundo jogo da competição teve milhares de cadeiras vazias, o que originou uma nova polémica em torno dos bilhetes. Ainda assim, a FIFA recusou essa ideia de preços excessivos e, em comunicado, indicou que esse fator se deveu ao facto de vários adeptos terem optado por ficar nos corredores do estádio ao invés de se sentarem nos respetivos lugares. O mesmo aconteceu no jogo de estreia do Canadá, embora a justificação se tenha prendido com o calor, dado que os espectadores se tentaram abrigar no interior do estádio. Já durante o Países Baixos-Japão foram registados muitos lugares destinados a convidados vazios, com a FIFA a optar por ocupá-los com voluntários da competição dez minutos depois do início do jogo.
https://observador.pt/especiais/o-tortuoso-e-exorbitante-caminho-para-comprar-bilhetes-para-mundial-e-o-risco-de-estadios-meio-cheios/
Falar de “americanização” do futebol é falar, incontornavelmente, do halftime show da final deste domingo, a fazer lembrar o Super Bowl. Segundo as regras da própria FIFA, o intervalo entre os dois tempos de jogo – que entretanto passaram a quatro – não pode exceder os 15 minutos regulamentares e essa regra só pode ser alterada com a permissão do árbitro, algo que em Portugal é quebrado com frequência e que se tende a resolver com o pagamento de multas por parte dos clubes. Cientificamente há quem defenda que o prolongamento do intervalo pode afetar a recuperação dos jogadores e originar mais lesões, mais ainda no final de uma época que, nalguns casos, contou com mais de 50 jogos. Tanto na final da Copa América-2024 como do Mundial de Clubes, o intervalo durou 24 minutos, com a FIFA a prever que o intervalo desta final dure entre 20 a 25 minutos, sendo que 11 deles são destinados ao espectáculo musical de Madonna, BTS, Justin Bieber, Shakira, Burna Boy, Gustavo Dudamel, PS22 Chorus e Coldplay.
Segundo o The Guardian, vários canais detentores dos direitos de transmissão deste Campeonato do Mundo entraram em contacto com a FIFA nas últimas semanas para perceberem a duração do halftime show, mas a organização terá recusado responder. Esta novidade acabou por gerar algum congestionamento às transmissões tradicionais, que usam o intervalo para vender espaços publicitários. Por conta disso, a BBC e a ITV chegaram a anunciar não transmitir o espectáculo na televisão, colocando-o nas plataformas digitais, mas voltaram atrás na decisão na última quarta-feira. Em Portugal, a LiveModeTV anunciou previamente que vai transmitir o certame e, apesar de não haver qualquer indicação nesse sentido, é expectável que RTP e SportTV sigam na mesma onda.
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Em termos de cerimónia, esta vai ser a quarta organizada pelos EUA neste Campeonato do Mundo, juntando-se à de abertura, à do Dia da Independência e à de encerramento. Na primeira, que foi apelidada de “Cerimónia de Abertura All-Star“, Katy Perry foi a grande atração, contando ainda com a presença de Future, Tyla, Lisa, Rema, Anitta, Jason Sudeikis, Dan + Shay e Purahéi Soul. Já no Dia da Independência houve duas cerimónias, uma antes de cada jogo, com Maia Rodriguez e Idina Menzel a interpretarem o hino dos EUA em Houston e em Filadélfia, que acolheu ainda um mini halftime show do DJ Jazzy Jeff, a banda Roots, o grupo Philadelphia Boys Choir & Chorale e a Miss Pensilvânia Stephanie Skinner. Para o encerramento estão previstas as presenças de Laura Pausini, Nicole Scherzinger, Robbie Williams, IShowSpeed, Post Malone e Tom Cruise, com Jennifer Hudson a entoar The Star-Spangled Banner.
https://observador.pt/2026/06/13/os-assobios-ao-irao-a-estrela-katy-perry-e-um-evento-all-star-que-engalanou-o-mundial-como-foi-a-cerimonia-de-abertura-nos-eua/
Ainda em torno da final, a FIFA abriu uma venda de bilhetes destinada aos adeptos que quisesse marcar presenças nas… conferências de imprensa. Em parceria com a Fanatics, parceria comercial da FIFA e empresa-mãe da Topps, que vai suceder à Panini na coleção de cromos oficial das competições da organização, aconteceu um festival para adeptos no Javits Centre, em Nova Iorque. No evento esteve Rio Ferdinand e aqueles que queriam tirar uma fotografia com o antigo central tinha de desembolsar mais de 118 euros. Por outro lado, quem queria marcar presença na conferência de imprensa, que foi apresentada com a participação especial de Gianni Infantino, teria de desembolsar mais de 70 euros. Já uma fotografia ou um autógrafo de Alex Rodriguez, antiga estrela da MLB, ultrapassou os 280 euros. Por outro lado, a loja oficial da FIFA começou a vender, na última semana, pedaços da relva do MetLife, que serão preservados através de um bloco de acrílico transparente e serão acompanhadas de uma pen USB com um vídeo que prova a sua autenticidade. Na Europa o preço está nos 390 euros por unidade, ao passo que nos EUA custa 450 dólares (quase 400 euros).
Por outro lado, a FIFA vai distribuir pela primeira vez um novo símbolo à seleção vencedora, que se junta ao troféu e às tradicionais medalhas de ouro. Trata-se de um anel comemorativo exclusivo, que visa “incorporar no futebol mundial uma das mais reconhecidas tradições do desporto dos EUA”, escreveu a FIFA no seu site. O anel conta com o troféu do Mundial um dos lados, ao passo que o outro será personalidade com a identidade do país campeão. As peças são numeradas individualmente e, ao todo, serão produzidas 30 para os campeões e 1996 para os adeptos que quiserem comprar. A cerimónia de entrega dos anéis acontecerá posteriormente, em data ainda a anunciar. Outra das novidades foi a alteração do prémio atribuído ao melhor jogador de cada jogo, que neste Mundial se denominou de “Superior Player of the Match”, juntamente com o nome do patrocinador. A eleição do prémio acabou por ter alguns momentos de polémica, dado que a distinção pertencia aos adeptos através de uma votação feita através do site ou da app.
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A maior controvérsia deste Mundial ganhou forma no final de 2025, quando a FIFA anunciou que todos os jogos da competição iam contar com uma pausa obrigatória de três minutos a meio das duas partes. A medida visava mitigar as condições climatéricas adversas e, nas últimas semanas, assistiu-se a um pouco de tudo, desde jogos com 40ºC em que a pausa foi altamente útil, aos duelos debaixo da chuva e do frio interrompidos para que os jogadores se pudessem hidratar. No final de maio, dezenas de jogadores assinaram uma carta e remeteram-na para o New Weather Institute, pedindo à FIFA que tomasse medidas mais eficazes para lidar com o calor. O que é certo é que os jogos mudaram depois das pausas para hidratação e que os assobios se foram alastrando pelos estádios do Mundial. Afinal havia uma importante nuance: as transmissões oficiais podiam utilizar esse intervalo para exibir anúncios publicitários, que não podiam exceder os 2.10 minutos.
Da inédita cerimónia de abertura às s novas modalidades: os Jogos Olímpicos-2028
Com o pano do fundo do Campeonato do Mundo de futebol prestes a fechar-se, dentro dois anos o mundo volta a colocar todos os olhos na América do Norte, mas dessa feita em exclusivo nos EUA. É a 14 de julho que se vai dar início aos 34.º Jogos Olímpicos de verão, que têm como sede Los Angeles, embora haja diversos eventos na zona metropolitana de Los Angeles e em Oklahoma. Será a quinta vez que o país vai sediar os Jogos de verão e a terceira de Los Angeles, depois de 1932 e 1984. Em termos de modalidades, o skate, a escalada desportiva e o surf continuam a fazer parte do programa oficial, que conta com algumas novidades… bem à americana. Basebol e softbol voltam oito anos depois, mas sem continuidade garantida, o críquete regressa 128 anos depois, lacrosse volta mais de um século depois, e squash e flag football vão estrear-se, este último com alguma polémica, por conta de ser dominado pelos EUA.
https://youtu.be/hwAnQxTNxPg
Ainda assim, a grande novidade dentro de dois anos deve ser o regresso da Rússia, depois de o Comité Olímpico Internacional (COI) ter suspendido a sanção que vigorava desde o início de 2022. Contudo, as estreias não se ficam por aí e registam-se inclusivamente no programa de competições. Pela primeira desde 1968, a natação vai acontecer mais na segunda semana, com o atletismo a passar também pela primeira, invertendo o modelo que vigora há várias décadas. Esta decisão prende-se com a tentativa de alcançar a maior audiência possível em horário nobre nos EUA. Por outro lado, o SoFi Stadium, que vai receber a cerimónia de abertura, precisa de ser reconfigurado para receber as provas de natação, com a piscina a ficar operacional só na segunda semana. Outra das novidades diz respeito, precisamente, à cerimónia que inaugura os Jogos. Depois de Paris-2024 ter levado o certame do estádio para o rio Sena, Los Angeles-2028 volta a romper com a tradição, dividindo o espectáculo entre dois estádios: o histórico Los Angeles Memorial Coliseum e o moderno SoFi Stadium.
Também o atletismo sofrerá alterações profundas, a começar por um primeiro dia exigente para encontrar a mulher mais rápida do planeta, já que a final dos 100 metros vai acontecer logo na abertura das provas. Assim, está previsto que as rondas preliminares e a primeira ronda aconteçam de manhã, com as meias-finais e a final a ficarem guardadas para a sessão noturna do dia 1. Essa mudança rompe com outra tradição histórica: os 100 metros masculinos deixam de anteceder os femininos. A organização diz que a alteração prende-se com a intenção de “começar os Jogos em grande”, com maior destaque para o atletismo e uma maior abertura para a natação, permitindo que os nadadores participem na cerimónia de abertura. A primeira medalha dos Jogos vai ser distribuída no triatlo feminino, em Venice Beach, quebrando a tradição recente de ser entregue em modalidades como o tiro com arco ou a natação. O objetivo é transmitir uma imagem icónica de Los Angeles na famosa cidade balnear.
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O penúltimo dia de competição traz outra novidade: o Super Saturday (“Super Sábado”, em português). Na véspera da cerimónia de encerramento, o dia 29 de julho conta com 26 finais em 23 modalidades, número nunca antes visto nas Olímpiadas, e que pretende aumentar as audiências e o impacto mediático. Como habitual, a competição propriamente dita começa ainda antes da cerimónia inaugural, como é o caso do futebol. Em Los Angeles isso não vai mudar, apesar de a competição masculina passar de 16 para 12 seleções. Para acomodar o calendário, polo aquático, basebol, basquetebol, críquete, hóquei em campo, andebol e râguebi de sete arrancam nos dois dias antes da cerimónia. Os dois primeiros dias (10 e 11) ficam reservados para o futebol, com o torneio masculino a inaugurar o programa desportivo. No dia da cerimónia de abertura há futebol feminino e canoagem slalom durante o dia.