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PS lança baralho de cartas da AD e jogos online para criticar "Governo incompetente" em dia de debate do Estado da Nação

Iniciativa surge no dia do debate do Estado da Nação e serve para que "os portugueses percebam como este Governo tem governado mal", explica Eurico Brilhante Dias.

Agência Lusa
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O PS lança esta quinta-feira um baralho de cartas com membros do Governo da AD, jogos online como o solitário e um ‘quiz’ para mostrar aos portugueses que este é um “Governo ausente, incompetente e insensível”.

No dia do debate do Estado da Nação na Assembleia da República, o grupo parlamentar do PS avança com esta iniciativa para que, de acordo com o presidente da bancada socialista, Eurico Brilhante Dias, “os portugueses percebam como este Governo tem governado mal”, apesar da herança deixada pelo PS.

De acordo com o dirigente do PS, “o país está pior” em áreas como a saúde, a educação – com “uma autêntica barafunda na questão dos exames” -, na habitação.

“Por isso nós, de uma forma pedagógica, vamos permitir que os portugueses possam jogar um jogo (…) onde possam perceber que, ao fim de mais de dois anos da governação de Luís Montenegro, temos um Governo ausente, incompetente e insensível“, disse.

Eurico Brilhante Dias considerou que esta é uma “forma diferente de pautar este momento” e já com os olhos postos no verão, estando disponíveis na página do PS do Parlamento jogos como o solitário, da memória e até tarot, além de um ‘quiz’.

“Queremos os portugueses na praia com os telemóveis e em casa com os computadores a jogar um jogo que é o ‘baralho da AD e as cartadas do PS’, onde podem perceber que há um governo, há um partido que prometeu que o país ia crescer mais de 3% – há um partido e um governo que já o conseguiu, os governos do PS – e este ainda não conseguiu, bem pelo contrário”, explicou.

Eurico Brilhante Dias disse que fará chegar ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, um dos baralhos de cartas físicos, que têm desenhos dos ministros, os seus nomes em baixo e uma designação diferente em cima (por exemplo, Fernando Alexandre é o “ministro sem professores” e Ana Paula Martins a “dama curandeira do caos”).

“A descoordenação entre o porta-voz do partido, o líder parlamentar, o ministro da Presidência e ele próprio é tanta nos últimos tempos, que vamos dar oportunidade a que possam jogar uma boa partida sueca, e com isso organizarem melhor a forma como se coordenam”, ironizou.