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(A) :: Primeiro os Países Baixos, depois Curaçao. Reis Willem-Alexander e Máxima entre o apoio laranja e o azul em pleno Mundial

Primeiro os Países Baixos, depois Curaçao. Reis Willem-Alexander e Máxima entre o apoio laranja e o azul em pleno Mundial

Pela hora de almoço, os monarcas viram os Países Baixos vencer a Suécia. À noite, nova festa, com direito a dança no balneário, agora devidamente vestidos de azul Curaçao.

Maria Ramos Silva
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Se alguém pode dizer que o seu coração futebolístico tem mais do que uma cor, é o Rei Willem-Alexander e a rainha Máxima da Holanda. Em viagem aos EUA, em pleno calendário do Campeonato do Mundo de Futebol, o casal começou o seu sábado a aplaudir a formação dos Países Baixos frente à Suécia. Em Houston, vestidos a rigor para o apoio da praxe, as camisolas laranja dominaram um cenário que culminou com a festa neerlandesa. Mas os festejos não ficariam por aqui. O dia dos monarcas terminou a acompanhar a seleção do Curaçao a fazer história frente ao Equador.

Menos de 1300 quilómetros a norte, em Kansas City, o grande destaque foi para a exibição do guarda-redes Eloy Room, que ajudou a segurar o empate a zeros, negando a vitória aos sul-americanos. A pequena nação insular faz parte do Reino dos Países Baixos, fazendo de Willem-Alexander chefe de Estado do país, e justificando a mudança de guarda-roupa de apoio nesta prova. O Reino dos Países Baixos é um Estado soberano que, desde 2010, é composto por quatro nações: os Países Baixos (na Europa), Aruba, Curaçau e São Martinho (nas Caraíbas).

Nas redes oficiais da casa real dos Países Baixos, é possível ver a festa no balneário da equipa, incluindo a presença eufórica do monarca, vestido a rigor com a camisola e cachecol azuis, enquanto a Rainha Máxima comenta a publicação com dois corações, um laranja, outro azul. Na mensagem que acompanha o vídeo, celebram a triunfante goleada sobre os suecos por 5-1, e o feito do Curaçao após a pesada derrota sofrida diante da Alemanha no jogo de estreia na prova (7-1), sublinhando a sua presença em solo norte-americano, bem como a da princesa Ariane, a mais nova das três filhas do casal.

“É um Mundial extraespecial porque temos tanto os Países Baixos como Curaçao”, disse Willem-Alexander à RTL-TV. “Temos duas vezes mais equipas para apoiar. Uma grande oportunidade para animar os Blues e os Oranges. No fim de contas, será um Mundial especial com duas equipas, e espero que elas vão muito longe.”