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(A) :: Amadora-Sintra sinalizou 565 casos de maus tratos e risco na urgência pediátrica. Agressões na escola aumentam

Amadora-Sintra sinalizou 565 casos de maus tratos e risco na urgência pediátrica. Agressões na escola aumentam

O hospital registou 565 casos de maus-tratos e risco na urgência pediátrica em 2025. Metade envolve comportamentos autolesivos.

Mariana Lima Cunha
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As agressões e situações de risco com menores estão a aumentar. Sinal disso são os números registados pelo Núcleo de Apoio à Criança e Jovem em Risco do Hospital Fernando Fonseca, o Amadora-Sintra, que recebeu 565 casos de maus-tratos e situações de potencial risco na urgência pediátrica em 2025 — sendo que a maior parte das agressões acontece na escola e dentro da família.

Segundo o Expresso, que revela estes números na edição do semanário desta quinta-feira, a estatística significa que os casos aumentaram 10% em relação ao ano anterior. A equipa do hospital explica que a alteração mais notória, sobretudo desde a pandemia, tem a ver com os agressores: se os abusos físicos continuam a ser a principal causa de sinalização, e se maioritariamente eram perpetrados por familiares, cada vez mais frequentemente quem provoca a agressão é um ou vários colegas da escola. 

O jornal acrescenta que as tentativas de suicídio e automutilações também estão a aumentar, sendo que metade das ocorrências foi classificada como comportamentos de perigo e autolesivos.