Para além da braçadeira de capitão, existe outro elemento exclusivo de Cristiano Ronaldo em campo. Na manga da camisola — seja ela a vermelha ou a branca que Portugal trouxe para esta edição do Campeonato do Mundo —, o avançado português é o único da Seleção Nacional com uma estampagem personalizada, em comemoração da sua sexta participação em Mundiais. Torna-se, também, neste jogo com a República Democrática do Congo, no jogador de campo mais velho de sempre titular no torneio.
Abaixo do emblema oficial da competição que aparece estampado em todas as camisolas de jogo, na de Ronaldo lê-se ainda a palavra “Legacy” (“legado”, em inglês), a vermelho, ao lado de uma silhueta da sua icónica celebração que tem como fundo a bandeira portuguesa. E apesar de este patch ser único e não haver outro jogador na competição com algo exatamente igual, foi uma iniciativa que a FIFA decidiu introduzir nesta edição na América do Norte — à semelhança do que é feito noutras competições nos Estados Unidos da América.
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Para além de Ronaldo, existe um pequeno elenco de jogadores que participaram em mais de cinco Mundiais que também tiveram direito a uma estampagem personalizada. A única coisa em comum é a palavra “Legacy” a letras vermelhas. De resto, o nome do atleta e a silhueta são totalmente únicos para cada jogador que a carrega. É o exemplo de Lionel Messi, que também se apresenta pela sexta vez num Campeonato do Mundo, mas também outros como Manuel Neuer (Alemanha), Guillermo Ochoa (México), Yuto Nagatomo (Japão), Luka Modrić (Croácia) e Fernando Muslera (Uruguai).
Mas não são os únicos a usar patches. Para além destes acessórios totalmente personalizados, a FIFA também introduziu uma estampagem para todos os jogadores que disputam um Mundial pela primeira vez na carreira: os “rookies“. Na Seleção Nacional, é o caso de jogadores como Vitinha, João Neves e Gonçalo Inácio, que nunca tinham sido convocados para a fase final de uma Copa do Mundo.
Os patches especiais também incluem os vencedores da Bota de Ouro e a Luva de Ouro da última edição, no Qatar, com Kylian Mbappé e Emiliano Martinez a apresentarem-se a jogo esta semana com uma estampagem única. Na NBA, por exemplo, este também se tornou um hábito nas últimas épocas, com os vencedores dos prémios individuais a carregarem consigo uma versão dourada do logótipo da competição nas costas, em vez da versão clássica.
E apesar de outros serem homenageados pela longevidade, Ronaldo fez História quando pisou o relvado do estádio de Houston esta quarta-feira. Aos 41 anos e 132 dias, o avançado português tornou-se o jogador de campo (excluindo guarda-redes) mais velho de sempre a jogar de início num Campeonato do Mundo.
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