O Panteão Nacional, em Lisboa, encerrou esta segunda-feira para “trabalhos de requalificação” que vão durar 10 dias, estando a reabertura marcada para dia 25, anunciou a Museus e Monumentos de Portugal (MMP).
Em comunicado, a MMP explicou que os trabalhos visam ainda a “melhoria das condições de acolhimento e visita”.
“Esta intervenção integra o esforço contínuo de valorização e preservação deste monumento nacional, contribuindo para uma experiência mais qualificada para todos os visitantes”, acrescentou a empresa pública.
Classificada como Monumento Nacional em 1910, a Igreja de Santa Engrácia, onde está localizado o Panteão Nacional, foi destinada a essa função em 1916, mas só 50 anos depois foram terminadas as obras no edifício cuja construção se iniciou por volta de 1570.
O Panteão Nacional recebeu, em 2025, perto de 170 mil visitantes.
No local, estão depositados os restos mortais de figuras como o Presidente da República Teófilo Braga (1843-1924), o general Humberto Delgado (1906-1965), a fadista Amália Rodrigues (1920-1999) ou o escritor Eça de Queirós (1845-1900), entre outros.