Explosão, explosão, explosão. As prova de K1 200 têm como principal segredo a capacidade de acelerar de todos os canoístas, sem margem para gestões ou movimentos erráticos, mas a partida também acaba por ser um fator determinante para poder depois ir buscar as pequenas diferenças para os principais adversários. Esta manhã, em Montemor-o-Velho, Messias Baptista falhou naquele que é um dos seus grandes predicados, com uma saída mais tardia que o colocou a fazer uma prova de trás para a frente. Contudo, foi a tempo.
Apesar desse arranque que o deixou atrás dos principais concorrentes ao pódio na final do K1 200 nos Campeonatos da Europa de canoagem, que se realizam desde quinta-feira em Portugal, Messias Baptista foi a tempo de encurtar distâncias, continuou o trajeto em potência e alcançou mesmo a medalha de prata com a última “explosão” em cima da linha de chegada, repetindo o resultado alcançado, em Racice, e conseguindo a quarta medalha noutros tantos anos na distância entre Mundiais e Europeus numa série iniciada em 2023.
Portugal alcançou também a sua terceira medalha nestes Europeus, depois do bronze de Fernando Pimenta a abrir no K1 1.000 e do ouro conseguido esta manhã por Norberto Mourão na paracanoagem.
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