Depois de uma audiência com António José Seguro em Belém no dia 21 de abril, Sam Hou Fai, o chefe do executivo de Macau, ofereceu ao Presidente da República um presente: uma representação da deusa Kun Iam, uma figura da religião budista que simboliza o amor, a compaixão e a misericórdia. Um dia antes, Seguro havia regressado da sua primeira viagem oficial. De Espanha trouxe duas recordações: um conjunto de copos oferecido pelos Reis Felipe VI e Letizia e uma bomboneira, presente de Pedro Sánchez.
Estes são alguns dos itens que agora fazem parte do acervo do Museu da Presidência da República. Numa partilha nas redes sociais, o museu revelou que os primeiros presentes de Estado recebidos por Seguro já começaram a chegar às reservas e estão agora em processo de inventário. “Os presentes de Estado surgem no contexto das visitas oficiais e dos encontros diplomáticos, e representam, habitualmente, a cultura, a história ou as tradições dos países e territórios que os oferecem”, explica a página oficial nas redes sociais do Museu da Presidência da República.
Outra peça que agora integra o museu é um barco típico timorense, que Seguro ganhou no dia da tomada de posse como Presidente da República, oferecido pelo Presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta. Já da visita oficial a Itália, no início de maio, trouxe uma gravura de Roma. Agora, cada artigo deve passar por um processo técnico que envolve a “identificação de materiais, dimensões, técnicas de execução, estado de conservação e investigação sobre o contexto diplomático em que foi oferecido”, diz a publicação do Museu da Presidência. Posteriormente, os presentes poderão integrar exposições ao público.