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Caso da esquadra do Rato: MP pede prisão preventiva para quatro dos 14 polícias detidos e domiciliária para outros três

Ministério Público defende ainda prisão domiciliária para três agentes e suspensão de funções para os restantes. Decisão da juíza de instrução pode não ser conhecida este sábado.

João Paulo Godinho
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Joana Moreira
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O Ministério Público (MP) pediu este sábado a prisão preventiva para quatro polícias detidos no caso de agressões e tortura na esquadra da PSP do Rato, avançou a CNN Portugal e confirmou o Observador.

Na sua promoção das medidas de coação a aplicar aos 14 agentes que permanecem detidos — um agente e um civil tinham já sido libertados —, no Tribunal Central de Instrução Criminal, o MP defendeu ainda a aplicação de prisão domiciliária para outros três agentes e a suspensão de funções para os restantes elementos da PSP que foram detidos na terça-feira.

Avança a RTP que as medidas de coação vão ser conhecidas às 9h da manhã de segunda-feira. Ou seja, os polícias suspeitos vão passar mais duas noites detidos.

Recorde-se que ligados a este caso estão já nove outros polícias em prisão preventiva. Dois foram entretanto acusados pelo MP e pronunciados para julgamento, enquanto os restantes sete continuam ainda sob investigação.

Notícia atualizada às 17h43 para incluir a informação sobre a data de divulgação das medidas de coação