O presidente da FIFA, Gianni Infantino, reafirmou, esta quinta-feira, que o Irão vai participar no Campeonato do Mundo de futebol deste ano e que jogará os seus três jogos da fase de grupos nos Estados Unidos.
Infantino falava em Vancouver, onde abriu o Congresso da FIFA, reafirmando que a seleção do Irão vai mesmo ao Mundial2026, coorganizado por Estados Unidos, México e Canadá, entre 11 de junho e 19 de julho.
“Para começar, quero confirmar, sem ambiguidade, que o Irão evidentemente participará no Campeonato do Mundo de 2026, e também que o Irão vai jogar nos Estados Unidos”, disse o italo-suíço, afastando a incerteza ligada ao conflito no Médio Oriente.
No início do conflito desencadeado pelos Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro, o Irão chegou a evocar o boicote à competição, antes de pedir, sem sucesso, que a FIFA reagendasse os seus jogos para o México.
Mais tarde, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu que os jogadores iranianos poderiam não estar “em segurança” nos Estados Unidos, mesmo sendo “bem-vindos”.
O secretário de Estado norte-americano Marco Rubio sublinhou recentemente que a presença dos jogadores do Irão no país não ia trazer problemas, ao contrário de alguns dos membros da delegação.
Na quarta-feira, a delegação do Irão cancelou a presença no Congresso da FIFA, evocando um comportamento insultuoso da polícia de imigração à chegada a Toronto.
O Canadá classificou como grupo terrorista os Guardas da Revolução, braço armado ideológico da república islâmica, sendo que o presidente da Federação de Futebol Iraniana, Mehdi Taj, é um antigo elemento da Guarda.
O Irão integra o Grupo G do Mundial2026 e deverá jogar em Los Angeles com Nova Zelândia (15 de junho) e Bélgica (21 de junho), antes de defrontar o Egito em Seattle (26 de junho). A delegação deve ficar alojada em Tucson, no Arizona.
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