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As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla inglesa) anunciaram, esta quarta-feira, que oito soldados envolvidos na destruição da estátua de Jesus Cristo crucificado, numa aldeia cristã no sul do Líbano, vão ser castigados.
De acordo com o comunicado publicado na rede social X, o militar que destruiu a estátua e o colega que filmou o ato “receberão 30 dias de detenção militar” e serão “afastados do serviço de combate”. Os outros seis soldados, que estavam no local e “não agiram para impedir o incidente ou relatá-lo”, serão punidos separadamente após a convocação para “discussões de esclarecimento”.
“O inquérito determinou que a conduta dos soldados se desviou completamente das ordens e valores da IDF. Desde o momento em que o relatório do incidente foi recebido, as IDF têm trabalhado para auxiliar a comunidade local na substituição da estátua”, anuncia a força militar israelita.
https://twitter.com/IDF/status/2046589834341351758
“As IDF expressam o profundo arrependimento pelo incidente e enfatizam que suas operações no Líbano são direcionadas exclusivamente contra a organização terrorista Hezbollah e outros grupos terroristas, e não contra civis libaneses”, pode ler-se na nota.
https://observador.pt/2026/04/20/exercito-israelita-confirma-que-soldado-destruiu-uma-estatua-de-jesus-no-libano/
O primeiro-ministro israelita reagiu ao incidente, afirmando estar “chocado e triste” com a imagem do soldado a destruir estátua. Benjamin Netanyahu usou a rede social X para “condenar, da forma mais veemente possível”. “Israel é o único país da região onde a população cristã e seu o nível de vida estão a crescer”, sublinhou.