Do Beco
R. José Duro 31A, 1700-259 Lisboa. Abertura a 25 de abril.
Depois da estreia nas Avenidas Novas em janeiro, o DoBeco chega agora a Alvalade com o mesmo menu que tem habituado os seus clientes desde 2023, quando se instalou na Estefânia. Aquele que é já o quinto espaço da marca — não nos podemos esquecer da casa de bagels ali para os lados da Estrela — inaugura portas no próximo sábado, 25 de abril, com uma festa de abertura das 9h00 às 15h00. Como sempre, o pão de fermentação lenta, com ou sem glutén, é estrela ao lado de uma panóplia de opções de pastelaria que compõem a carta, e de café de especialidade — que compete com os matchas. O brunch também anda por cá, porque sharing is caring, com as aquelas opções já tão bem conhecidas e que fazem (sempre) fila à porta. Pensado para fazer parte do dia a dia do bairro, o Do Beco convida vizinhos e curiosos a vir conhecer o novo espaço e experimentar, ou recordar, a carta.

Okōhi
R. da Escola Politécnica 75, 1250-100 Lisboa. De terça-feira a domingo das 8h00 às 18h00. Contacto: 930 467 987.
Aqui o foco são as bebidas inspiradas no Japão. E não, não falamos apenas do matcha. O Okōhi é o mais recente espaço da rua da Escola Politécnica, no Príncipe Real, e apresenta-se como um pequeno café onde o take-away impera — apesar dos três poucos bancos altos para sentar. Com uma carta que se traduz nos clássicos do café — que em japonês lê-se “kōhi” — a partilhar as atenções com o tal matcha, há bebidas de assinatura que, talvez, esteticamente não sejam aquelas que o público esteja mais habituado: o black sesame latte (5 euros), ou na versão fria black sesame iced latte (5,30 euros), destaca-se pela sua cor cinzenta, do qual o sésamo preto é responsável. Entre as bebidas especiais estão ainda o matcha sakura latte (5,70 euros), com flor de cerejeira, e o hojicha latte (4,50 euros e 4,90 euros, se for pedido quente ou frio, respetivamente), feito com chá verde torrado. Numa onda mais primaveril, não faltam os matchas lattes de morango e de manga (5,50 euros) que combinam com a seleção de snacks que o Okōhi oferece: há cookies (3,30 euros), da clássica à de miso, brownies (3,50€) e, claro, mochis, que vão dos 2,80 aos 4,50 euros na versão XL com opções de matcha, yuzu, chocolate, manga ou morango.

Episode
R. Artilharia 1 44B, 1250-040 Lisboa. Todos os dias das 8h00 às 18h00.
Passou o verão passado a deixar pistas no Instagram de quando e onde abriria. Quem passasse pelas publicações sabia que era de um café que se tratava e que nascia do sonho de trazer para Lisboa “um espaço onde é possível apreciar o café favorito com os amigos favoritos”. Viria, finalmente, a abrir portas a 27 de dezembro, com um espaço idealizado para quem valoriza uma boa atmosfera e uma carta com qualidade. Com uma vitrine de sugestões, saltam logo à vista os croissants (2,50 euros) — também há de amêndoa (3,80 euros) —, os brownies (5 euros), o banana bread (4 euros) e o cheesecake basco de matcha (7 euros). A acompanhar há matcha latte (5 euros), americano (3 euros), hand brew (6 euros), capuccino (3,50 euros) ou latte (4 euros).

Tims
Rua Dom Luís I 22, 1200-109 Lisboa. Todos os dias das 8h30 às 17h00.
Foi “aprovado pela Rosalía” aquando da passagem da artista espanhola em Portugal, que descobriu o Tims através do Google Maps e decidiu passar por lá e descobrir a oferta deste espaço que nasceu com a ideia de criar um ponto de encontro aberto e acolhedor, onde café, pastelaria, boa comida e cultura fazem parte do dia a dia. Na Fundação Portuguesa das Comunicações, em Lisboa, o Tims recebeu a Rosalía, como recebe qualquer pessoa que queira aproveitar um ambiente familiar, que traz para cima da mesa aqueles rituais do quotidiano: o café, pastelaria e conversa. Assim, este café convida a entrar a qualquer dia da semana tanto para tomar um pequeno-almoço, como fazer a pausa de almoço ou aproveitar um snack durante a tarde. Com produção própria de pastelaria, e com a fermentação natural a reinar, têm uma oferta de croissants, buns (há um de matcha), pain au chocolate e danish de citrico ou de batata, que vão bem com o café de especialidade da casa ou com as bebidas frias de assinatura, como o cascara frizz, um cold brew com uma infusão feita a partir da casca seca do fruto do café. Já para comer com garfo e faca, há omelete com stracciatella e enguia, omelete com caviar, panquecas com caviar, flatbread com truga ou pasta de enguia e cogumelos.

Etma Bakery
R. Silva Carvalho 64B, 1250-255 Lisboa. Todos os dias das 8h30 às 16h00. Contacto: 966 462 636.
Este é irmão do Heim, um dos primeiros espaços de brunch — como o conhecemos aos dias de hoje — a tornar-se popular na capital, corria o ano de 2017. Mas, também é irmão do Seagull — onde já sabemos que a espera na fila vale a pena —, do Kefi e da Pomme Eatery, todos espalhadinhos por Lisboa. Agora foi Campo de Ourique que recebeu a dupla ucraniana Hanna e Misha Lytvynenko com um Etma Bakery, de inspiração escandinava — que se estende até ao menu. Esse é composto por, mais uma vez, sugestões que tanto dão para um pequeno-almoço, como para um brunch, ou lanche durante a tarde. Da padaria, chegam as focaccias (7 euros), o oat bread (4,90 euros) ou as baguettes (2,50 euros) enquanto que na pastelaria não faltam os croissants (2,50 euros) — também aqui há de amêndoa (3,50 euros) — ou o pan suisse com queijo e fiambre (3,90 euros). Brunch é sinonimo de tosta de abacate? Na Etma sim, e vem acompanhada com molho cremoso, uvas e manjericão (8 euros). Para beber, há café vindo especialmente da Colômbia e, claro, matcha.
