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Campanha contra o vandalismo junta empresas de transporte público

"O quarto desarrumado" é uma iniciativa das empresas de transporte da Área Metropolitana de Lisboa que pretende expor os problemas que os atos de vandalismo têm para quem usa os transportes públicos.

Agência Lusa
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As empresas de transporte da Área Metropolitana de Lisboa (AML) e a Infraestruturas de Portugal juntaram-se numa campanha para combater o vandalismo nos transportes públicos, um fenómeno que está a crescer, foi esta sexta-feira anunciado.

“O quarto desarrumado” é o nome da campanha que junta a Alsa Grupo, Barraqueiro, Carris, Comboios de Portugal, Fertagus, Metropolitano de Lisboa, Rodoviária de Lisboa, Transportes Sul do Tejo, Transtejo Soflusa, Viação Alvorada, Transportes Metropolitanos de Lisboa e Infraestruturas de Portugal.

Num comunicado, as empresas explicaram que a iniciativa pretende expor os problemas que os atos de vandalismo têm para quem usa os transportes públicos.

“Entre 2023 e 2025, os atos de vandalismo registaram um aumento expressivo, gerando prejuízos diretos que ascendem a 3 milhões de euros. Contudo, o seu impacto vai além dos custos financeiros, traduzindo-se igualmente em atrasos, imobilização de veículos, indisponibilidade de equipamentos, necessidade de reforço das operações de limpeza e uma perceção acrescida de insegurança”, enumeraram.

“O quarto desarrumado” arrancou com presença em meios digitais, redes sociais, veículos e em estações na AML.

Numa segunda fase, avançará para ações diretas em escolas, reforçando o foco nos públicos mais jovens.

A campanha retrata um quarto desarrumado “para aproximar o problema do quotidiano, sobretudo dos mais jovens”, e deixa a mensagem de que o “espaço público é um espaço de todos e o seu cuidado começa em cada um”.

“Com a assinatura ‘Escolhe marcar a diferença, não o transporte’, a iniciativa desafia todos a assumirem um papel ativo na preservação do sistema de transporte, reforçando a importância de fazer a diferença pela positiva, cuidando, e não prejudicando, um bem que é de todos”, sublinham os operadores no comunicado.

A iniciativa ainda desafia todos os utilizadores a assumirem um papel ativo na preservação do sistema de transporte e procura sensibilizá-los para “um fenómeno crescente que afeta transversalmente todo o sistema de mobilidade”.

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