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O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, acusou esta terça-feira “os burocratas de Bruxelas” de tentarem prejudicar a Hungria por odiarem o primeiro-ministro, Viktor Orbán, responsabilizando-os por “uma das piores interferências estrangeiras” nas eleições húngaras.
“O que aconteceu neste país durante a campanha é dos piores exemplos de interferências estrangeiras que alguma vez vi. Os burocratas em Bruxelas tentaram destruir a economia da Hungria, tentaram reduzir a independência energética da Hungria e tentaram aumentar os preços para os consumidores húngaros, tudo porque odeiam este homem”, disse o governante norte-americano, numa conferência de imprensa ao lado do primeiro-ministro húngaro, que procura um quinto mandato nas eleições legislativas do próximo domingo.
Criticando a “censura digital” que acusou a União Europeia de querer impor, aconselhou Bruxelas a “não dizer às pessoas como devem votar”.
“Encorajo o povo da Hungria a questionar-se não sobre quem é anti ou pró Europa, anti ou pró Estados Unidos, mas quem é pró povo da Hungria”, referiu, antes de definir o conservador Viktor Orbán como “um tipo que defende ferozmente o interesse” do seu país.