Prenell Rousseau, o homem que em 2020 foi acusado de perseguir Billie Eilish e de tentar entrar consecutivamente na casa da cantora norte-americana, morreu na passada quarta-feira, após ter sido atropelado por um comboio em Westbury, em Long Island, em Nova Iorque.
De acordo com o The Post, Rousseau, de 30 anos, foi colhido pelo comboio por volta das 5h38 (hora local), quando corria junto à linha férrea. As autoridades locais estão a investigar o caso como uma morte acidental.
O nome de Prenell Rousseau tornou-se conhecido, há cerca de seis anos, quando foi acusado de perseguir Billie Eilish, então com 18 anos. Na altura, o homem apareceu várias vezes na casa onde a cantora vivia com os pais, em Los Angeles, num episódio que a levou a recorrer à justiça.
De acordo com os relatos conhecidos na altura, Rousseau surgiu pela primeira vez junto à casa depois de tocar à campainha e falar com o pai da cantora. O pai de Billie Eilish terá tentado convencê-lo de que aquela não era a casa da artista, mas sem sucesso. Nesse dia, o homem regressou à propriedade de Eilish e continuou a aparecer de forma insistente, obrigando a família a chamar seguranças privados.
Ao todo, Prenell Rousseau terá ido à casa da cantora pelo menos sete vezes. Nos documentos judiciais foi descrito como alguém com “comportamento errático“. Num dos episódios relatados, permaneceu no alpendre da casa, sentou-se a ler um livro e interrompia a leitura com pequenos monólogos, enquanto o pai de Billie Eilish lhe pedia repetidamente que abandonasse o local. O homem acabou por ser detido por invasão de propriedade.
No tribunal, Billie Eilish conseguiu acusá-lo de stalking e obteve uma ordem de restrição de três anos contra Prenell Rousseau. O homem ficou proibido de contactar a artista e os pais e obrigado a manter-se a uma distância mínima de 182 metros.