Descontraído na roupa e na aparência, com a mulher Katarina Larsson e os filhos Santiago e Petra de mãos dadas, a cumprimentar vários associados com quem se ia cruzando. Frederico Varandas, atual presidente do Sporting que concorre a um terceiro mandato na liderança dos leões, fez todo o percurso a pé desde a zona do Multidesportivo até à entrada do Pavilhão João Rocha, onde entrou com a família para exercer o direito de voto por volta das 12h30. Antes, parou na zona mista para falar à comunicação social.
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“Espero que os sócios compareçam em força. Este é o dia mais importante enquanto sócio porque é o dia em que decidem quem vai governar o clube nos próximos anos, independentemente de o momento do clube ser bom ou mau. Este é o dia mais importante de toda a sua atividade enquanto sócio, votem na lista ou na lista B. A principal missão de um sócio é cuidar do seu clube”, apontou o médico eleito pela primeira vez em 2018, num discurso com muitos pontos de semelhança ao que tivera no sufrágio de 2022.
Que os sócios façam o seu julgamento, a sua análise, porque precisamos de um Sporting forte e competente. Discurso da vitória? Não, nunca escrevo esses discursos”, acrescentou Varandas.
O líder leonino, que neste caso fez-se acompanhar apenas da família e não de outros elementos da lista como tinha acontecido com Bruno Sá, saiu depois por outra porta do Pavilhão João Rocha, na zona oposta onde tinha entrado, e não quis fazer mais declarações. No entanto, e enquanto rumava de novo ao Multidesportivo de Alvalade, teve oportunidade de se cruzar com outros sportinguistas que estavam por ali nesse momento. Um deles foi António Leitão Amaro, ministro da Presidência, com quem trocou um abraço e palavras de circunstância antes de fazer o caminho inverso até ao Multidesportivo para deixar Alvalade.