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"A minha ideia é devolver o clube aos sócios e à democracia": Bruno Sá foi o primeiro candidato a votar no João Rocha

Bruno Sá foi o primeiro candidato a votar nas eleições do Sporting. Empresário mostrou-se satisfeito com romaria dos sócios e apelou a uma votação expressiva. "Recandidatura? Os sócios é que decidem".

Bruno Roseiro
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Foi o primeiro candidato a votar, foi mais uma a fazer aquilo que ficou como imagem de marca da manhã à volta do Pavilhão João Rocha: pais com filhos pela mão, muitos equipamentos verde e brancos à mistura, o inevitável Jubas de peluche no colo dos mais novos. Bruno Sá, empresário de 45 anos que está a concorrer pela primeira vez às eleições do Sporting, chegou do lado da rua António Stromp à porta de entrada para o recinto que concentra todo o ato eleitoral dos leões (Frederico Varandas surgiria do outro lado mais tarde, vindo do Multidesportivo) e fez-se acompanhar por alguns membros da lista e da família, com mulher (e mandatária), mãe e filha. Após votar, o candidato da lista A passou também pela zona mista.

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“É um dia muito importante para o Sporting e para mim. É uma alegria muito grande ver esta romaria de sócios ao Pavilhão e à volta do clube, é a grande essência do Sporting. Venho apelar ao voto e à democracia, é muito importante que venham votar hoje, pelo Sporting, sempre. O que é possível ter? Acho que não é altura de estarmos a falar sobre isso. Acho que é bonito ver isto e de haver novamente democracia no Sporting. Questões sobre os boletins de voto? Hoje é importante os sócios virem aqui votar. Depois, o futuro mostrará as outras coisas todas”, começou por dizer o empresário de 45 anos.

Discurso preparado para o final da noite? Não penso nisso agora, a essência do meu projeto e da minha ideia é devolver o clube aos sócios e à democracia”, destacou Bruno Sá.

“Se hoje vou abrir o restaurante? Não sei, não vou lá estar. Hoje vou passar o dia com a minha família. Têm sido meses muito desgastantes, a ouvir muita gente e quase sempre fora de casa. É importante haver democracia. É importante ver os adeptos em torno do clube e sentirem que fazem parte, é isso que defendo e é por isso que eu estou aqui. Como já perceberam, eu sou uma pessoa de pessoas, com câmaras fico um bocadinho nervoso, mas quem me conhece sabe o que pode contar de mim e o quanto o Sporting importa para mim”, apontou Bruno Sá, antes de abordar também a possível renovação de Rui Borges.

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“Temos de avaliar no final da época, não sou eu quem vai tomar as decisões, ainda não está decidido. Acho que não é importante falar sobre isso agora e criar essa narrativa. Peço desculpa aos sócios porque tinha uma série de perguntas para fazer no debate, queria muito fazê-las, por eles, por mim. Queria expor as minhas ideias, mas o importante é que tenham lido o meu programa e que hoje decidam e que decidam bem. Eles sabem a minha forma de estar. Hoje, o foco é estar nos sócios, acrescentou. “Recandidatura em 2030? Os sócios é que decidem, já disse que o mais importante são os sócios. Eles é decidem, são os mais importantes. Para mim, o mais importante é voltar a reunir a família leonina”, concluiu Bruno Sá.