A Meta, dona do Facebook, do WatsApp e do Instragram, está a preparar um plano agressivo de redução de trabalhadores que pode afetar até 20% do pessoal. A informação é avançada por três “fontes familiares” à agência Reuters. O principal objetivo desta reestruturação é cortar custos numa altura em que a Meta está a mobilizar mais recursos para a infraestrutura da inteligência artificial (IA). Também há uma aposta no recurso a mais assistentes da IA.
Não é indicada uma data ou magnitude para os cortes e a fonte oficial da Meta classifica a informação como “um relato especulativo sobre abordagens teóricas”. De acordo com a Reuters, estes planos têm sido abordado recentemente por gestores seniores da companhia que terão dado orientações aos diretores para prepararem medidas.
Desde o ano passado que o presidente executivo da Meta está empenhado em mobilizar a empresa para a Inteligência Artificial generativa que se foca na produção de conteúdos. O que passa por oferecer pacotes de centenas de milhões de dólares em quatro anos para atrair pesquisadores de topo e criar uma equipa de superinteligência artificial — uma variante da inteligência artificial que vai para além da inteligência humana.
Caso se confirma uma redução de 20% dos efetivos, esta será maior reestruturação do grupo liderado por Mark Zuckerberg desde 2022/2023. Em novembro de 2022, a Meta despediu 11.000 trabalhadores, o que representava à data 13% dos colaboradores. Quatro meses mais tarde foram cortados mais 10. 000 empregos.
A Meta emprega atualmente 79 mil pessoas.