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(A) :: MAI considera essencial contributo dos sindicatos da PSP e associações da GNR

MAI considera essencial contributo dos sindicatos da PSP e associações da GNR

Luís Neves considera determinante ouvir as polícias "para dar voz às preocupações destes profissionais e para contribuir para a melhoria das condições em que desempenham as suas funções".

Agência Lusa
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O ministro da Administração Interna considerou esta quinta-feira essencial o contributo dos sindicatos da PSP e associações da GNR “para que as decisões públicas sejam tomadas com conhecimento da realidade do terreno”, sustentando que é prioridade ouvir estas estruturas.

“A segurança constrói-se em conjunto. Os sindicatos e associações profissionais são parte desse esforço coletivo. Garantir boas condições de trabalho aos profissionais da PSP e da GNR é essencial para a segurança do país. Por isso, é minha prioridade ouvir quem está no terreno e trabalhar com todos na construção de soluções”, escreveu Luís Neves nas redes sociais.

A mensagem do ministro da Administração Interna surge numa altura em que inicia “um ciclo de audiências” com os sindicatos da Polícia de Segurança Pública e associações da Guarda Nacional Republicana para apresentação de cumprimentos institucionais e auscultação das principais prioridades e preocupações destas estruturas.

Na quarta-feira, Luís Neves recebeu a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), maior sindicato da PSP e que tinha abandonado as negociações com a anterior ministra Maria Lúcia Amaral que acusava de não estar a cumprir o acordo assinado com o Governo em julho de 2024 e que previa, entre outras questões, a revisão remuneratória.

A ASPP, que tinha pedido uma reunião ao novo ministro, apresentou no primeiro encontro cumprimentos e o caderno reivindicativo com as principais prioridades para os polícias.

Na próxima segunda-feira, Luís Neves vai receber os restantes 16 sindicatos da PSP, inclusive aqueles que não têm direito a negociação com o Governo, e as associações da GNR.

No caso dos sindicatos da PSP e como são em muito maior número (17 no total), o ministro recebe individualmente os seis com poder negocial e os restantes em dois grupos com cinco estruturas.

Na mensagem divulgada esta quinta-feira, o ministro refere também que os sindicatos e associações profissionais “têm tido um papel importante na defesa dos direitos, das condições de trabalho e da dignidade profissional dos polícias e guardas”.

Luís Neves sublinha que o contributo destas estruturas “é essencial para que as decisões públicas sejam tomadas com conhecimento da realidade vivida no terreno” e considera que “a sua ação tem sido determinante para dar voz às preocupações legítimas destes profissionais e para contribuir para a melhoria das condições em que desempenham as suas funções”.