Acompanhe neste liveblog todos os desenvolvimentos da guerra entre EUA e Israel e o Irão
Ao segundo dia da guerra entre os EUA e Israel e o Irão, a Guarda Revolucionária iraniana anunciou em comunicado que tinha atacado o porta-aviões norte-americano Abraham Lincoln. A informação foi pouco depois negada pelos EUA, que anunciou a morte de três militares (apesar de não detalhar em que contexto).
“O porta-aviões Abraham Lincoln foi atingido por quatro mísseis balísticos. Terra e mar vão cada vez mais tornar-se um cemitério de agressores terroristas, lia-se no comunicado citado pelo Times of Israel. De acordo com o site oficial da marinha dos EUA, este porta-voz ganhou o nome de Abraham Lincoln em homenagem ao 16.º Presidente dos EUA, sendo o segundo navio da marinha norte-americana com este nome.
O porta-aviões Abraham Lincoln é o quinto porta-aviões da classe Nimitz, os maiores navios de guerra do mundo, segundo afirma a marinha dos EUA. Serve para apoiar aeronaves que realizam ataques contra alvos aéreos, navais e terrestres. Este tipo de meio naval participa ainda em operações de segurança marítima com o objetivo de identificar ameaças e combater terrorismo e pirataria.
Pouco tempo depois do anúncio da Guarda Revolucionária do Irão, os EUA desmentiram qualquer ataque. As Forças Armadas norte-americanas afirmaram à Al Jazeera que o ataque de mísseis iraniano não atingiu este porta-aviões nem causou qualquer dano. E o Centro de Comando dos EUA fez depois uma publicação na rede social X onde garantiu que os “mísseis lançados nem sequer chegaram perto” do navio.
“O Lincoln continua a lançar aeronaves em apoio da campanha incansável do CENTCOM (Centro de Comando) para defender o povo americano, eliminando as ameaças do regime iraniano”, pode ler-se.
https://twitter.com/CENTCOM/status/2028124242273767557
Durante a tarde deste domingo — e pouco depois de o Irão anunciar ter atacado o porta-aviões — o Comando Central dos EUA anunciou que três militares norte-americanos tinham morrido e outros cinco ficaram gravemente feridos no âmbito da guerra com o Irão. Os EUA não avançaram, contudo, o contexto em que estas mortes ocorreram.