Portugal precisa de um Presidente da nação toda, não de um anfitrião involuntário para os que o traíram a ele e Portugal durante demasiado tempo. Como até Ulisses teve de ser amarrado ao masto pelos amigos e aliados para resistir ao canto das sereias malévolas que o queriam levar para o fundo do mar, fazemos aqui um humilde apelo público para que o presidente António José Seguro nunca se esqueça do que a fação socrático-costista lhe fez — a si, aos seus apoiantes e a Portugal — entre 2014 e o terceiro trimestre de 2025.
Esta elite e respetivos fiéis dentro do PS aderiram à sua candidatura presidencial apenas na reta final, por puro oportunismo e sobrevivência. Move-os a subsistência através de nomeações políticas em cargos para os quais carecem de qualificação, competência e ética, com os resultados desastrosos que o país lhes puniu nas urnas nas legislativas de 2024 e 2025. Já em 2015, tinham perdido as legislativas e só se mantiveram no poder através de uma aliança com a extrema-esquerda paga com a extinção do SEF e imigração massiva descontrolada a troco desta permitir a corrupção habitual.
Seguro conquistou Belém em 2026 não por causa desses oportunistas, mas apesar deles. Em 2014, o país perdeu a valiosíssima hipótese de erradicar o “partido invisível” dos negócios misturados com a política dentro do PS que Seguro, com uma coragem e integridade rara, ousou denunciar, sendo essa uma das razões mais fortes porque agora ganhou com o apoio de tantos seguristas não socialistas, de centro e direita, incluindo o autor destas linhas.
Por Portugal Seguro tem de agarrar esta segunda e absolutamente esmagadora oportunidade para drenar finalmente o pântano a partir de 2026. O Presidente não se deve deixar ludibriar pela repentina conversão ao segurismo dos socráticos-costistas. Se tivesse sido por eles, socráticos repugnantes como Santos Silva ou Vitorino, teriam sido o novo presidente da república e não Seguro. Isto tal como por causa deles Costa foi primeiro-ministro em vez de Seguro. Sócrates devastou o país com corrupção e Costa continuou os vícios dos negócios misturados com política acrescentando imigração atabalhoada repentina, sem qualquer controlo criminal ou da necessidade e capacidade laboral. Uma combinação explosiva de muitíssima corrupção e imigração que tem destruído os serviços públicos.
Há 2.500 anos, Sófocles alertou na tragédia de Ajax: quem perdoa antigos inimigos e os traz para o círculo íntimo deve saber que a sua “amizade” pode ser uma veste descartável. Robert Greene, nas 48 Leis do Poder, reforça que nunca se deve confiar na gratidão de antigos adversários; assim que a dívida parece paga, as velhas feridas reabrem. Deve servir de aviso o exemplo do imperador Valente que no ano 376 permitiu a transferência de milhares de visigodos, do antigo exército inimigo, para as suas tropas romanas, apenas para ser destruído pouco depois por eles, na batalha de Adrianópolis. Seguro tem de estar alerta para não permitir que este “exército” socrático-costista se infiltre, manipule e destrua o futuro de Portugal inteiro, para proveito deles. Roma só foi destruída quando baixou a guarda desta forma e pagou a traidores.
Sócrates e Costa provocaram a deterioração dos serviços públicos portugueses para níveis terceiro-mundistas apesar do confisco fiscal igual ou superior ao dos países nórdicos. Sustentaram, esbanjando os nossos impostos de forma extorsionária e engordando morbidamente o estado e administração pública, uma rede de fiéis incompetentes (os tais que foram os primeiros a darem uma facada nas costas de seguro em 2014 para agora posarem em fotos com ele a sorrirem assim que pressentiram a vitória no final da campanha) e maus empresários que obtém contratos públicos não por bons resultados ou boas obras, mas através de amizades políticas. Por causa disso como, bem, afirmou Passos Coelho recentemente, o crescimento do PIB per capita será cada vez miserável no futuro.
Este sistema pantanoso asfixia e asfixiou a verdadeira iniciativa privada e individual, pune o mérito e a produtividade, e expulsou do país mais de um milhão de portugueses qualificados. Estes foram e continuam a ser trocados por mão-de-obra imigrante não qualificada num ciclo vicioso interminável que devasta a nossa economia e serviços públicos, da saúde à segurança social, passando pela educação, proteção civil e segurança publica. Assim nunca haverá nova economia apostada na robótica e inteligência artificial, que leve a salários bem pagos e ao regressos dos portugueses à pátria, como Seguro e a esmagadora maioria dos Portugueses deseja, incluindo não só os que votaram nele, mas também os que votaram em Ventura. Há que drenar o pântano socrático-costista de vez. Os crocodilos que vivem dentro do pântano são uma bicharada e respetiva filharada letal para Portugal inteiro há décadas de devastação económica e emigração forçada. Não podem ser um vírus latente que a qualquer momento se pode ativar.
Os conselhos dos socialistas socráticos-costistas são tóxicos; eles só pensam no interesse próprio, enquanto Seguro pensa exclusivamente, no interesse nacional. No entanto, há o perigo enorme para Portugal de muitos destes socialistas convertidos ao segurismo recentemente tentarem de novo reprimir, diminuir e difamar aqueles seguristas (socialistas e não socialistas) que sempre estiveram ao lado de Seguro e desejam verdadeiramente estimular reformas e um Portugal melhor. Seguro deve resistir à maledicência e continuar a rodear-se quer de profissionais qualificados e íntegros que em nada dependam da política para viver (idealmente representativos de todo o espectro ideológico) quer dos socialistas que sempre estiveram com ele convictamente, revelando porem o interesse nacional acima do pessoal.
Como membro da IL mas ex-contribuidor para o governo-sombra informal de Seguro na área da Saúde liderada por Beleza (2011-2014), logo segurista desde há muito tempo, conheço pessoalmente a coragem de Seguro contra o pântano. Testemunhei as suas qualidades e ambição genuína por reformas do estado. Conheci também nessa altura centenas senão milhares de excelentes socialistas não socráticos-costistas igualmente honestos e íntegros que foram afastados do poder, das suas autarquias ou mesmo expulsos do partido por causa do seu apoio incondicional a Seguro: Ricardo Gonçalves de Terras do Bouro ou José Ribeiro de Fafe são dois excelentes exemplos, entre muitos, da fibra ética, intelectual e patriótica de que vi ser feito o socialismo segurista. A bondade e solidariedade para com o próximo infindável da mais desconhecida Helena Benedito de Sesimbra encarna perfeitamente os muitos humildes militantes socialistas que conheci e indubitavelmente sempre estiveram com Seguro por amor a Portugal. Sou, portanto, um segurista nem socialista nem idiota útil do socialismo, como injustamente alguns eleitores de Ventura chamaram a toda a direita moderada que votou Seguro. Votei Seguro porque há muito que sei que Seguro inspira não só os melhores do PS como os melhores dos outros partidos ou aqueles que não tem partido nenhum.
Ao contrário de socialistas recentemente convertidos ao segurismo, que insultaram quase dois milhões de eleitores de Ventura chamando-os de “atrasados mentais” ou “fascistas” (o insulto e a difamação como tentativa de menorização ou demonização é uma das táticas favoritas do socratismo-costismo), eu apesar de há muito segurista e de ter votado em Seguro com enorme convicção e conhecimento de causa, acredito que esses portugueses são democráticos, inteligentes e exigentes, querendo um país melhor. Estão legitimamente repugnados e revoltados com a herança e resultados socrático-costistas. Querem cortar com tal legado tão toxico e aterrador que, por exemplo, lhes roubou os filhos e netos emigrados e lhes destruiu o SNS. Compreendo empaticamente porque não votaram em Seguro como eu votei, pois, injustamente o associam a esse socialismo tóxico. Não testemunharam o preço que Seguro pagou por se opor ao pântano. O Patamar e vitória esmagadora que Seguro agora atingiu é uma justíssima recompensa para o seu percurso e um grande Karma para os seus inimigos dentro do PS, mas não era certo de modo nenhum que viesse a ser atingido depois de tanto ataque violento desde 2014 contra ele feito pela ala Costista no PS e respetiva imprensa difamadora. Dependeu do gigante esforço pessoal de Seguro e de muitos seguristas de todos os quadrantes ideológicos que nunca deixámos de acreditar e de disseminar as suas qualidades, mantendo a chama acesa preparada para a vitoria eleitoral mais esmagadora de sempre em Portugal.
Confiamos totalmente no novo Presidente Seguro, mas alertamos, com humildade, para que a sua bondade natural (não é por acaso que se foca tanto na justiça social) não seja usada como porta de reentrada no poder dos cínicos. Esses são contra qualquer justiça social que não os beneficie sobretudo a si próprios, mas são mestres da mentira e disfarce. Seguro deve desprezar e erradicar a herança desse exército nefasto de Costa, uma ninharia mesquinha e daninha, comparada com os quase 4 milhões de portugueses de esquerda, centro e direita que votaram nele, juntamente com os outros quase 2 milhões que votaram em Ventura e representam uma força legitima que até teriam votado em Seguro se soubessem o quanto ele e os dele lutaram e sofreram pessoalmente contra Costa e os seus lacaios. Esses tais 1.7 milhões de eleitores não queriam realmente André Ventura para presidente, mas querem-no sim para primeiro-ministro, acreditando que a sua combatividade e energia possam ser um dia catalisadoras da resolução dos muitos e horríveis problemas legados pelas piores e mais tenebrosas faces do socialismo. É, pois, provável que estes dois portugueses venham a ser obrigados, caso seja essa a escolha democrática soberana do povo português, a colaborarem, sendo contrapeso um do outro para haver reformas ponderadas sem excessos, um já eleito presidente e outro potencialmente como primeiro-ministro, na construção de uma novo Portugal que nos leve para longe do passado aterrador que Socráticos e Costistas nos legaram. Os rostos com que Portugal fitar o seu futuro devem olhar para bem longe, finalmente, de tal gente que deve ser ignorada e tornada inconsequente para sempre.