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Imagens captadas pela equipa do Observador mostram como estava a cidade de Alcácer do Sal na noite de quinta-feira — parcialmente submersa pelas águas do rio Sado — e como está esta sexta-feira, depois de o nível da água ter baixado.
Na baixa da cidade, houve várias ruas inundadas, sendo que o nível da água nessa zona da cidade chegou aos dois metros de altura na última de quarta-feira, algo inédito para muitos moradores, que não têm memória de uma situação semelhante.
Esta sexta-feira, António Grilo, vereador da Proteção Civil da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, relatou à Rádio Observador que “a água já está bastante mais baixa”. Ainda assim, “temos de estar expectantes porque existem barragens que ainda não fizeram descargas, como a barragem do Roxo e a barragem do Monte da Rocha”.
https://observador.pt/programas/reportagem-observador/alcacer-do-sal-agua-baixou-mas-protecao-civil-mantem-se-expectante/
“Vamos tentar ver o estado dessas barragens e o que se espera para as próximas horas, porque há um cenário em cima da mesa que tem a ver com a precipitação que se espera para as próximas horas”, acrescentou o autarca.
Até que a situação estabilize, aconselha que se evite “ao máximo que as pessoas se desloquem novamente para as suas casas e negócios”.
A autarquia adiou as eleições presidenciais no concelho, tendo já comunicado essa intenção à Comissão Nacional de Eleições (CNE). A presidente da Câmara da cidade, lamentou, à Rádio Observador, as críticas a este adiamento e fez um convite aos comentadores: “Venham a Alcácer do Sal. Quem está sentado num gabinete não tem noção”.
https://observador.pt/programas/reportagem-observador/alcacer-do-sal-era-impossivel-realizar-eleicoes/
Clarisse Campos garantiu que não há, para já, condições para realizar eleições “com normalidade e tranquilidade” no concelho e apesar do recuo da água, espera-se uma nova cheia na próxima noite.
O presidente da Junta de Freguesia de Santiago, que abrange a baixa de Alcácer do Sal, disse que a subida das águas do rio Sado é uma situação inédita para grande parte da população e teme que as águas demorem dias a recuar para as margens do rio. Só depois se poderão avaliar os estragos.
https://observador.pt/especiais/ainda-a-recuperar-da-kristin-alcacer-do-sal-assiste-as-maiores-cheias-de-que-ha-memoria-que-superam-o-que-era-expectavel/
“É uma situação nova para mim e para a maior parte da população. Ninguém imaginava um cenário destes. Está a ser muito complicado”, realçou Duarte Dimas.
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