(c) 2023 am|dev

(A) :: Nova sondagem dá empate técnico entre AD e PS, com apenas dois pontos a separá-los

Nova sondagem dá empate técnico entre AD e PS, com apenas dois pontos a separá-los

Os principais candidatos continuam muito próximos, apesar de perderem intenções de voto, tal como o Chega. IL, BE e Livre sobem. Luís Montenegro é o único líder com nota positiva e Ventura tem a pior.

António Moura dos Santos
text

sondagem encomendada ao CESOP da Universidade Católica Portuguesa pela RTP, Antena 1 e Público aponta para um potencial empate técnico entre a AD (PSD/CDS-PP) e PS nas próximas eleições legislativas marcadas para 18 de maio.

A coligação de governo regista 29% das intenções de voto, ao passo que os socialistas ficam-se pelos 27%, sendo que a margem de erro é de 2,8%.

Em terceiro lugar mantém-se o Chega, com 17% das intenções de voto, seguido pela Iniciativa Liberal (8%), Bloco de Esquerda (5%) e Livre (5%). No final da contagem surgem a CDU e o PAN, com 3% e 2%, respetivamente.

Face à sondagem realizada pelo CESOP em outubro de 2024, as três principais forças políticas caem em termos percentuais, já que a AD tinha 33%, o PS 29% e o Chega 18%. Em sentido contrário, a IL cresceu dois pontos percentuais, tal como o Livre. O BE subiu um ponto, ao passo que CDU e PAN mantiveram as mesmas intenções de voto.

[Já saiu o terceiro episódio de  “O Misterioso Engenheiro Jardim”, o novo Podcast Plus do Observador que conta a história de Jorge Jardim, o empresário que, na verdade, era um agente secreto que liderou missões perigosas em todo o mundo, tentou criar um país e deu início a um clã de mulheres aventureiras. Pode ouvir aqui, no Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no YoutubeMusic. E pode ouvir aqui o primeiro episódio e aqui o segundo]

No que toca a avaliações, o Governo cumpre um ano de funções com nota positiva, com 52% dos inquiridos a considerar o seu desempenho “razoável”, 18% a dizer que foi “bom” e 4% a considerá-lo mesmo “muito bom”. Apesar das notas negativas serem minoritárias — 24%, sendo que  17% dos inquiridos consideraram o desempenho “mau” e 7% “muito mau” —, registou-se uma subida face a outubro, quando era apenas de 18%.

Quanto aos líderes das principais forças partidárias, Luís Montenegro foi o único a receber nota positiva, com 10,7 numa nota de 0 a 20 — uma queda, ainda assim face aos 12 de outubro. O pódio é completado por Pedro Nuno Santos, que teve 9,6, e Rui Rocha, com 8,5. O líder com pior nota foi André Ventura, com uma nota de apenas 6,2, marginalmente pior que a de Paulo Raimundo, de 6,3.